ENGENHARIA DE ALIMENTOS, ENGENHARIA QUÍMICA, GESTÃO EMPRESARIAL, GESTÃO DE PROJETOS, GESTÃO DA SEGURANÇA DOS ALIMENTOS, GESTÃO DE PROJETOS EM TI e ELETROTÉCNICA.
terça-feira, 27 de outubro de 2020
FERRAMENTAS DA GESTÃO ESTRATÉGICA e DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
AUDITORIA INTERNA
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
BLOCKCHAIN NA RASTREABILIDADE NA AGROINDÚSTRIA
CAMINHADA DA IMPORTAÇÃO
sábado, 24 de outubro de 2020
BOAS PRÁTICAS NA INDÚSTRIA DE PESCADO
O pescado é um alimento altamente perecível devido a sua alta atividade de água e a carga microbiana própria ou adquirida dos utensílios, manipuladores e ambiente.
A cadeia de produção do pescado passa pela pesca, transporte, descarga, armazenamento, indústria, varejo e consumidor. Ao longo dessa cadeia o peixe deve ser conservado no frio e deve-se tomar cuidados com a higiene.
O Riispoa, Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal, informa que o pescado deve ser mantido refrigerado entre -0,5 °C a -2 °C e congelado em temperatura máxima de -15 °C.
Quando da chegada do pescado a indústria, deve ocorrer a sua inspeção a fim de verificar se apresenta características de peixe fresco e bem conservado.
Peixe fresco deve ter as seguintes características:
Os peixes de viveiros devem ser retirados com cuidado para evitar que o estresse faça com que eles se agitem em demasia causando o consumo do glicogênio levando a sua deterioração mais rápida, logo, uma vida de prateleira menor.
Após a pesca o peixe deve ficar em jejum por 18 a 24 horas, em água limpa. Na sequência devem ser insensibilizados, abatidos e processados.
MANUAL DE BOAS PRÁTICAS NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS
O manual de boas práticas na indústria de alimentos é uma ferramenta cujo uso visa assegurar a qualidade higiênico-sanitária dos produtos.
As boas práticas devem estar presentes em todo o fluxograma de produção, começando pela recepção da matéria-prima e insumos, passando pelo processamento, embalagem, armazenamento e expedição.
O manual de boas práticas (MBP) é um guia. Nele estão descritos todos os procedimentos de higiene e segurança relativos à manipulação dos alimentos, capacitação do pessoal, limpeza das instalações e equipamentos, controle de abastecimento de água e controle integrado de vetores e pragas urbanas.
Dentre seus objetivos estão: a padronização da produção, disponibilização dos procedimentos a todos na empresa, comprometimento da alta administração, definição das responsabilidades.
Ele não tem um modelo definido, sendo elaborado pelos colaboradores da empresa sob responsabilidade de um profissional, pois é impossível a uma única pessoa conhecer todos os procedimentos da empresa.
Ele retrata as condições atuais da empresa, nele se descreve o que realmente acontece na empresa. Por exemplo, numa rotina de limpeza e descrito qual produto de limpeza usar, sua diluição, forma de aplicação, enxague... de forma que se o profissional de limpeza faltar ao serviço, outra pessoa, de posse do manual, possa executar o serviço.
Ele está em constante atualização. Deve estar acessível a todos e ser de fácil linguagem.
O fiscal da vigilância sanitária o usa como um guia para verificar se o que consta no manual acontece na empresa.
O POP (Procedimento Operacional Padronizado) é um dos seus anexos.
CONTROLE DE PRAGAS










