O Brasil é o maior fornecedor de proteína para a China. A China foca na geopolítica e velocidade.
Em 2026, as regras mudaram drasticamente com a imposição de cotas e salvaguardas. Exportar para a China agora exige, além de sanidade, uma gestão logística impecável para não cair na sobretaxa.
A China implementou um teto de importação para a carne brasileira para proteger seu mercado interno. Cota de 1,1 Mi ton. Acima disso: 55% de imposto.
Exigências para exportar para a China
No Campo (O "Boi China")
O mercado chinês criou um padrão próprio de animal, focado em segurança e juventude.
Idade do Abate (Regra dos 30 Meses)
Rastreabilidade e Movimentação
Zona Livre de Aftosa
No Frigorífico (Habilitação GACC)
Habilitação Específica (Registro obrigatório no sistema CIFER)
Controle de Patógenos
Segregação
Documentação e Embarque
Certificado Sanitário Internacional (CSI)
Rótulo em Mandarim/Inglês
Desembaraço
Inspeção em Porto Chinês
FSSC 22000
Não há obrigatoriedade legal de possuir ISO 22000 ou FSSC 22000 para exportar carne para a China.
O que a China exige, sem exceção, é o cumprimento do Protocolo Sanitário Brasil-China e o registro no sistema CIFER (GACC). O governo chinês baseia sua confiança na inspeção oficial do MAPA (SIF). Se o MAPA diz que a planta está apta, a China aceita a indicação, mas reserva-se o direito de fazer inspeções por vídeo ou presenciais.
A FSSC 22000 é útil pois
Facilita o registro no CIFER
Faz a gestão de crises e patógenos sendo uma garantia em casos de incidentes evitando o bloqueio da planta.
Cria uma confiança B2B, pois os grandes compradores estatais e privados chineses (como COFCO ou grandes redes de distribuição) preferem fornecedores certificados.


