domingo, 30 de agosto de 2020

FOOD DEFENSE

 




    O Food Defense trata da proteção de negócios e consumidores contra ameaças internas e externas. 

   Uma das definições do Food Defense é: “procedimentos adotados para garantir a segurança de alimentos e bebidas e suas cadeias de fornecimento, de ataques maliciosos e ideologicamente motivados, levando à contaminação ou interrupção do suprimento” (PAS 96: 2017)

   O Food Defense trata principalmente de atos intencionais, incluindo terrorismo.

   Medidas de defesa contra ataques intencionais a redes de abastecimento não são novidades. Os ataques bárbaros tinham como primeiro alvo os aquedutos romanos a fim de interromper o abastecimento de água ou envenenamento de afluentes com o mesmo fim. 

    Os princípios da Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC/HACCP) não são úteis no Food Defense, que é majoritariamente direcionado a proteção de ataques intencionais que visam causar danos aos consumidores, clientes ou empresas. Faz-se necessária uma abordagem diferente 

   A Food Safety System Certification 22000, FSSC 22000, possui requisitos sobre Food Defense estando alinhado ao GFSI. Ao atender os seus requisitos, a empresa pode obter essa certificação.

sábado, 29 de agosto de 2020

Transmissão do Coronavírus pelos alimentos

 



   O novo Coronavírus não se transmite pelos alimentos, pois ele é um parasita e com isso não tem vida própria, necessitando para sobreviver de células vivas.
   O alimento pode ser contaminado se for tocado por alguém infectado. Para evitar o contágio com esse alimento é necessário tomar medidas de higiene como:

 - não tocar nos olhos, no nariz, ou na boca;

 - lavar as mãos com sabão;

 - usar álcool 70%;

 - higienizar os alimentos lavando e/ou sanitizando com cloro;

 -  higienizar as embalagens com álcool 70% ou água e sabão.

Sistema de Gestão de Segurança dos Alimentos

 Sistema de Gestão de Segurança dos Alimentos

SGSA

Mercado interno e exportação

Etapas de implantação




quarta-feira, 26 de agosto de 2020

FRAUDE ALIMENTAR

 





      A fraude alimentar decorre de alterações intencionais dos alimentos visando um ganho econômico.

   Ela tem como objetivo enganar o consumidor através da adulteração ou adição nos alimentos, rótulos ou embalagens, substituindo-os por falsos ou de procedência duvidosa.

   É passivel de ocorrer em toda a cadeia produtiva dos alimentos desde o campo, passando pelas indústrias e varejo.

   Pode causar graves danos à saúde. 

   Previne-se a fraude alimentar usando-se um sistema de controle, garantia e gestão da segurança de alimentos, por meio de um programa de pré-requisitos (PPR) e pela Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC ou Hazard Analisys and Critical Control Point – HACCP).

   Uma importante ferramenta para manter a integridade dos alimentos é a British Retail Consortium (BRC), reconhecida pela Global Food Safety Initiative (GFSI).

   O Código de Defesa do Consumidor também trata da fraude alimentar:

§ 6o São impróprios ao uso e consumo: 

II – os produtos deteriorados, alterados, adulterados, avariados, falsificados, corrompidos, fraudados, nocivos à vida ou à saúde, perigosos ou, ainda, aqueles em desacordo com as normas regula- mentares de fabricação, distribuição ou apresentação.

domingo, 19 de julho de 2020

HACCP, POR QUE ELE É IMPORTANTE PARA A SUA EMPRESA?



   www.perfectconsulting.tk

   HACCP é a abreviatura de "Hazard Analysis and Critical Control Point) ou em português APPCC, Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle.

   Segurança dos alimentos é importante por duas razões principais:

    • DTAs - doenças transmitidas por alimentos
    • Econômica
   DTAs ocorrem devido a contaminação dos alimentos, que pode ser física, química ou biológica. Temos como exemplo a contaminação da cerveja produzida pela Backer. Houve uma contaminação química pelo líquido refrigerante.
   As econômicas atingem principalmente a empresa causando prejuízos ao bom nome da empresa e perdas em processos judiciais e fiscais.

 O consumidor prejudicado pode causar um grande dano a imagem da empresa ao reclamar nas redes sociais atingindo um número grande de outros consumidores.


   O HACCP faz parte do sistema de gestão de segurança alimentar

    • Segurança dos alimentos - HACCP - Perigos
    • Defesa dos alimentos - TACCP - Ameaças
    • Fraude nos alimentos - FACCP - Adulterações
   As ameaças tem motivação comportamental ou ideológica.
   As adulterações têm motivações econômicas.



   APPCC é uma ferramenta de segurança dos alimentos, pois previne e controla os riscos de danos a saúde (perigo) causados por:
    • adulterações acidentais ou não intencionais
             Por exemplo, se sobre o alimento cai um parafuso de um maquinário que processa o alimento, há uma contaminação física, ou cai uma gota de óleo de lubrificação desse maquinário, ocorre uma contaminação química. São casos de acidentes, não foi intencional.

   As adulterações podem ocorrer em qualquer estágio da produção.


    • doenças originadas por alimentos inseguros.
             Pode ser que a matéria prima esteja contaminada com algum patogênico. Se este agente não for eliminado durante o processo de fabricação, ele poderá causar doença ao nosso cliente.


    APPCC é um instrumento da qualidade do produto, pois garante a segurança do alimento produzidos por meio de produtos padronizados de acordo com padrões pré-estabelecidos.

APPCC 

    • Avalia detalhadamente cada etapa da fabricação dos alimentos
    • Identifica possíveis falhas
    • Permite o posterior controle preventivo das falhas
    • Reconhecidos e aceitos internacionalmente
    
   APPCC é uma ferramenta de gestão da qualidade com caráter preventivo com uma abordagem sistemática que visa identificar pontos críticos biológicos, químicos e físicos durante as etapas de produção de alimentos e aplicar medidas corretivas de controle a cada ponto crítico identificado. 


   Com isso ele é  aceito e reconhecido internacionalmente, visto que reduz a ocorrência de DTAs (Doenças Transmitidas por Alimentos) de forma mais eficiente que apenas realizar inspeções e testes nos produtos finais, pois atua de forma preventiva ao longo de toda a cadeia produtiva. 

   O sistema APPCC considera:
    • Causas de DTAs
    • Qualidade da MP
    • Processo de produção
    • Consumo
    Formando assim um sistema contínuo, lógico e integrado por toda a cadeia produtiva, desde a fonte da matéria prima, passando pelo processamento industrial até o consumo.

   No Brasil, a implementação do sistema APPCC é compulsória para os fabricantes de alimentos. Ele é regulado pela 
    • portaria 1428 de 1993 do Ministério da Saúde - MS
    • portaria 46 de 1998 do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento - MAPA
   A aplicação do sistema APPCC ocorre em 12 fases, sendo que temos cinco etapas preliminares, as quais são:
    • Criar a equipe
    • Descrição do produto
    • Identificação do uso pretendido
    • Construção do fluxograma
    • Confirmação do fluxograma na planta

   A criação da equipe é importante, pois ela implantará o sistema APPCC na empresa.

   Ela é multidisciplinar e composta de colaboradores de vários setores.



   O próximo passo é a descrição do produto, 
pois precisamos conhecer os seus ingredientes, processo de produção, conservação e etc a fim de melhor otimizar o processo produtivo para alcançarmos a segurança do alimento que atenda 
as normas e a qualidade exigida pelo consumidor.

   O fluxograma é importante, pois nos apresenta todo o processo.
   Com ele podemos identificar os pontos críticos de controle, que são aqueles em que as boas práticas de fabricação não conseguem o objetivo de obter-se uma satisfatória segurança dos alimentos.

   O fluxograma deve se comparado em campo com o processo produtivo a fim de verificar a sua fiel representação da produção real.

   Como parte das doze fases, o APPCC tem sete princípios, os quais são:
  • Identificação e análise dos perigos
  • Determinar os pontos críticos de controle
  • Estabelecer os limites criticos  de cada PCC
  • Estabelecer um monitoramento para cada PCC
  • Estabelecer ações corretivas
  • Estabelecer procedimentos de verificação
  • Controle de documentos e registros
   Os dois primeiros princípios têm como base o fluxograma feito anteriormente.
   De posse dele é possível fazer a identificação, análise dos perigos determinar os PCC que são os pontos onde os procedimentos das BPF não conseguem atender os critérios da segurança dos alimentos.
   Nos PCC devemos fazer um monitoramento estabelecer os limites críticos estudar as ações corretivas fazer as verificações documentar tudo e fazer os devidos registros.


   Antes de pensar em implantar o APPCC precisamos ter funcionando as Boas Práticas de Fabricação, BPF, na empresa

   O APPCC sana as lacunas de segurança dos alimentos que as BPF não conseguem gerir, é onde temos os PCC.

   A ISO 22000 integra os requisitos das BPF e os princípios do APPCC, portanto, para obtermos a certificação ISO 22000,  devemos ter implantado e funcionando as BPF  e o APPCC.

   As BPFs previnem, reduzem e controlam alguns perigos.
   O APPCC tem ações corretivas efetivas devido:

    • Estabelecimento de limites críticos
    • Monitoramento dos processos.


quinta-feira, 16 de julho de 2020

SCRUM, AN OPERATIONAL VISION


  
Traditional projects
       are based on the PMBOK, they are fully planned.  
Schedule, scope, risk, etc are calculated to entire project with the maximum possible precision, so that, when ready, it is only necessary to execute.


On the scrum projects, 
      it isn't fully elaborated. 
The product is divided on subproducts and put them in a pile,
called product backlog.


The scrum master is who coordinates the project. He or she knows the product to be delivered.


Backlog is executed second one priority order determinated by product owner.


At each determined fixed period of time, called sprint, normally four at six weeks, the dev team, who executes the project, meets and defines the execution of the next subproducts from the pile to next sprint, it is the sprint backlog. 


They also evaluate the subproduct made in the
last sprint and they deliver it to customer, called product owner. 

The dev team, in each sprint, evaluates the schedule, scope, risk, etc.


quinta-feira, 2 de abril de 2020

How to produce alcohol at 70 ° GL. Como produzir álcool a 70°GL

Versão em português abaixo.

The best alcohol used in home and hospital cleaning is the  70° GL alcohol.
You can produce 70° GL alcohol by doing the procedure below. 

Before, some preliminary information:
One liter of alcohol corresponds to one thousand milliliters (ml) of alcohol.
70° GL means that in 1 liter of alcohol, 700 mliliters are alcohol and 300 milliliters are water.

With one liter of alcohol at 95 ° GL, use the following formula:


Cf. Vf= Vi
  Ci
70 . 1000 mL= Vi
          95

Vi = 737 mL

Measure 737 milliliters of alcohol, transfer to a one-liter bottle and add water to complete one liter.

If the alcohol has another graduation for example, 98, change the value 95 in the formula to another graduation, 98 in this example.

O melhor álcool a ser utilizado nas limpezas domiciliares e hospitalares é o álcool 70° GL.
Pode-se produzir álcool a 70° GL a partir de álcool a 95° GL fazendo o seguinte procedimento.

Antes, algumas informações preliminares:
1 litro de álcool corresponde a 1000 mililitros (ml) de álcool. 
70° GL significa que em 1 litro de álcool, 700 ml são álcool e 300 ml são água. 

Tendo-se um litro de álcool  a 95° GL usa-se a fórmula:
Cf. Vf= Vi
  Ci
70 . 1000 mL= Vi
          95
Vi = 737 mL
Meça 737 ml de álcool a 95° GL, transfira para um frasco de um litro e acrescente água até completar um litro.
Se o álcool tiver outra graduação, por exemplo, 98° GL, basta trocar na fórmula o valor 95 pela outra graduação, nesse exemplo, 98%.